Por bferreira

Rio - Na reta final para o pleito, as argumentações dos mais variados candidatos ficam mais fortes, e a estratégia é manter o equilíbrio e desestabilizar o adversário. A política bem praticada é muito bonita e reforça o espírito da democracia, no qual todo cidadão é livre e pode gozar da liberdade de expressão. O bom debate, essencialmente os transmitidos na TV aberta, se tornam, efetivamente, possibilidade de avaliação do eleitor para propostas, promessas, planos e postura de cada um que ali se apresenta. É o momento do jogo que é bem jogado, com regras, respeito e jogo de cintura para perguntas e respostas, no geral, objetivas e esclarecedoras.

É claro que os mais pessimistas podem criticar, mas esses, em sua maioria, fazem parte da parcela desacreditada e decepcionada. Porém, a própria democracia nos ensina que a mudança que considerarmos necessária pode e deve começar com cada um de nós. O voto tem que fazer a diferença, sendo um instrumento renovador.

O povo carioca e fluminense tem suas críticas e reivindicações; no entanto, devemos reconhecer que muita coisa mudou. Se antes éramos governados de forma ‘isolada’, ou seja, sem qualquer comunicação e relacionamento com as outras esferas, nos últimos anos essa realidade mudou. O entendimento com os governos federal e municipal foi essencial para alguns passos dados e para conquistas que colocaram o Rio ainda mais nos holofotes do mundo.

Muito se questionou sobre os grandes eventos que realizamos, mas é inegável que, tanto os religiosos quanto os esportivos, além de inúmeros de ordem corporativa, foram sucesso que deu ao Rio o lugar de destaque internacional que sempre mereceu.

Tudo isso comprova que é possível se houver seriedade e gestão. Estamos passando por transformações que podem contribuir ainda mais com a mobilidade urbana da cidade. Claro que há ainda muito que fazer, e temos que torcer para que todos os projetos vão até o fim para o bem de todos.

Segurança, saúde e educação talvez sejam os setores que constituem o pilar para o desenvolvimento não só do Estado do Rio, como do país. Precisamos acreditar que a nossa escolha será voltada para a promoção de melhorias nesses setores, onde cada um possa ter uma gestão qualificada e bem conduzida.

Para isso, mais uma vez, é preciso jogar o jogo bem jogado, no qual o lado político interaja com o setor técnico, onde cada um realize o melhor para a sociedade.

Marcos Espínola é advogado criminalista

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