Estudo revela que americanas preferem dormir e brasileiras fazer sexo

Entre as opções sexo, poder e dinheiro, 80% delas escolheram dinheiro para garantir o futuro de sua família

Por O Dia

EUA - Boa noite de sono ou boa noite de sexo? Quase 70% das brasileiras abrem mão do descanso e escolhem a segunda opção. Já entre americanas, britânicas e chinesas dormir é a prioridade. Os dados são de estudo feito com 4,3 mil mulheres nos quatro países, para analisar o comportamento feminino.

A companhia americana de marketing e relações públicas FleishmanHillard entrevistou, em agosto deste ano, moradoras de Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e China. Apenas 32% das brasileiras disseram que preferem uma boa noite de sono a uma noite maravilhosa de sexo. Entre chinesas, britânicas e americanas, as taxas foram, respectivamente, 70%, 68% e 60%.

A atriz e apresentadora Antonia Fontenelle, 40 anos, engrossa as estatísticas das brasileiras. “Sexo é fundamental, faz bem para a pele e para se sentir bem. Isso no sexo com qualidade”.

Intitulado ‘Mulheres, Poder e Dinheiro’, o levantamento revelou ainda que se tivessem que optar entre abrir mão do sexo ou da tecnologia durante três meses, americanas e britânicas deixariam de lado sua vida sexual. Nesse caso, Antonia não saberia como escolher. “Isso é um castigo e espero que ninguém nunca me proponha. Um (tecnologia) é meu trabalho, o outro, meu lazer”, disse a apresentadora, que atualmente tem um programa no YouTube.

Entre as opções sexo, poder e dinheiro, 80% das mulheres escolheram ter dinheiro como a melhor. Mas por bons motivos: garantir o futuro da família e investir na educação dos filhos.

Especialista afirma que é preciso afeto

Para Jorge José Serapião, especialista em terapia sexual da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado do Rio de Janeiro (SGORJ), se o sexo for com afeto, muitas mulheres vão preferi-lo a uma noite de sono.

“Mas se for dentro de uma perspectiva machista, elas vão preferir dormir”, aponta, acrescentando que, em pesquisas que envolvem sexualidade, nem sempre as pessoas falam a verdade. O especialista alerta que as múltiplas ‘jornadas’ femininas podem levar ao estresse, que afeta a libido. “A mulher deve se conhecer, ver o que é bom para ela e conversar com o parceiro”.

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