Por felipe.martins

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou nesta terça-feira que a americana Kayla Jean Mueller, de 26 anos, morreu na quinta-feira passada durante bombardeio de caças jordanianos a prédios ocupados pela Estado Islâmico na cidade e Raqqa, na Síria. A americana fora capturada pelos jihadistas em 2013 quando participava de ações humanitárias na cidade de Aleppo, na Síria.

Law-Tung Wan foi levada do tribunal para uma penitenciária Reuters

Segundo Obama, a família de Kayla recebeu comunicado do Estado Islâmico com informações que confirmam que ela estava morta. O presidente americano não informou, no entanto, que tipo de provas foram enviadas.

A morte da refém americana fora anunciada na própria quinta-feira pelo Estado Islâmico. Em comunicado em seu portal na internet, os jihadistas anunciaram que ela foi uma das vítimas do ataque da Jordânia em represália ao assassinado do piloto Muath al-Kasaesbez, queimado vivo pelos radicais.

Ainda na terça, Obama chamou o Estado Islâmico de grupo terrorista odioso e abominável e prometeu vingar a americana. “Não importa o tempo que leve, os Estados Unidos encontrarão e levarão ante à Justiça os terroristas responsáveis pela captura e morte de Kayla”, disse.

EUA VÃO À GUERRA

O presidente Barack Obama vai enviar hoje ao Congresso dos Estados Unidos pedido de autorização para atacar o Estado Islâmico na Síria e no Iraque. Ele vai usar a morte de Kayla e a execução de três outros americanos para justificar seu pedido. Com isso, Obama repete seu antecessor, George W. Bush que usou os ataques de 11 de setembro de 2001 como argumento e foi autorizado a invadir o Iraque.

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