Por clarissa.sardenberg

Inglaterra - O príncipe William e a duquesa de Cambridge, Kate Middleton, divulgaram uma carta suplicando a meios de comunicação que não publiquem imagens não autorizadas do príncipe George ou tiradas por fotógrafos que "passam dos limites". O casal ficou furioso na última semana quando a polícia britânica descobriu um paparazzi escondido dentro do porta-malas de um carro para captar imagens de George.

O que preocupa Kate e William, cuja mãe Diana faleceu em um acidente de carro quando fugia dos paparazzi, é que nem "sempre é possível distinguir rapidamente entre quem quer tirar fotos e quem quer causar um dano".

Kate e William posam com os filhos%2C princesa Charlotte e príncipe George, em foto divulgada pelo palácioDivulgação/ Kensington Palace

"Um fotógrafo alugou um carro e estacionou em um lugar discreto diante de uma área de jogos para crianças. Já de por si protegido pelas janelas escurecidas, foi além e pendurou lençois dentro do veículo para criar um esconderijo com comida e bebida para estar todo um dia de vigilância, com a esperança de captar imagens do príncipe George", relatou o secretário de comunicações do casal, Jason Knauf.

Segundo a carta, o palácio de Kensington enfrenta desafios para "proteger o príncipe George e a princesa Charlotte do assédio e da vigilância dos fotógrafos paparazzi".

os duques de Cambridge agradecem a colaboração dos meios de comunicação que se negam a publicar fotos não autorizadas de seus filhos, ao mesmo tempo que disse que estão "encantados" de ter "compartilhado" fotos oficiais deles "nos últimos meses".

William e Kate afirmaram que "sabem que a maior parte dos pais ama compartilhar fotos de suas crianças" e que "gostam de fazer isso", mas têm certeza que esses mesmos pais irão "interceptar alguém - especialmente estranhos - tirando fotos de seus filhos sem permissão".

Essa não é a primeira vez que os duques de Cambridge abrem guerra contra os paparazzi. No mês de outubro do ano passado, eles abriram um processo contra dois fotógrafos acusados de fazer "vigilância" da vida de George, em um ato de "stalking".

*Com informações da ANSA e EFE 

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