EUA afirmam que líder do Estado Islâmico foi morto na Líbia em ataque aéreo

Operação teve início antes do ataque terrorista que deixou mais de 120 mortos em Paris

Por O Dia

Estados Unidos - O governo dos Estados Unidos informou neste sábado que Abu Nabil, considerado o líder do Estado Islâmico (EI) na Líbia, morreu em um bombardeio realizado na sexta-feira no país. A operação foi autorizada e teve início antes do ataque terrorista realizado em Paris que deixou mais de 120 mortos, cuja autoria foi reivindicada pelo grupo jihadista, explicou o porta-voz do Departamento de Estado americano, Peter Cook, em comunicado. 

Israel eleva alerta de terrorismo

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou neste sábado a elevação do alerta e a intensificação das medidas segurança em todas as legações diplomáticas do país no mundo, após os ataques terroristas ocorridos em Paris e arredores. "Certamente é o que pede a situação", explicou em poucas palavras o líder político, em entrevista coletiva.

Netanyahu destacou que orientou os serviços de segurança de Israel a darem total apoio aos órgãos franceses e de outros países da Europa, para tentar identificar responsáveis dos ataques que deixaram, pelo menos 129 mortos, e mais de 350 feridos.

"Israel está alinhado nesta luta contra o islã radical que inunda o Oriente Médio e outras partes do mundo", afirmou o primeiro-ministro. Nos últimos dias, a imprensa informou que os serviços secretos de Israel foram responsáveis por fornecer a informação para agências de segurança internacionais, pistas de que o avião russo que caiu no Sinai, na verdade, teria sido alvo de ataque.

"O terrorismo islâmico ataca Israel, simplesmente porque quer nos destruir. Não há nenhuma outra justificativa", disse Netanyahu, lembrando de ataques em Londres, Madri, Buenos Aires, Mumbai e Jerusalém. O presidente israelense, Reuven Rivlin, mais cedo, divulgou nota de condolências ao povo francês e de condenação contra a ação coordenada desta sexta-feira.

No país, todos os prédios públicos estão ostentando bandeiras a meio-mastro, como forma de solidariedade com a França



Últimas de _legado_Mundo e Ciência