Por clarissa.sardenberg
Publicado 19/11/2015 11:05 | Atualizado 19/11/2015 11:18

China - O governo da China confirmou nesta quinta-feira o "cruel assassinato" do chinês Fan Jinghui, de 50 anos, por parte do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) e anunciou que os autores da execução terão que assumir as responsabilidades. "O presidente da China, Xi Jinping, condenou energicamente na quinta-feira o Estado Islâmico pela morte do refém chinês", diz um texto postado pela emissora estatal chinesa "CCTV" no Twitter.Saiba mais: Estado Islâmico anuncia execução de reféns 

Chinês Fan Jinghui foi executado pelo EIReprodução Internet

 Em um breve comunicado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país, Hong Lei, declarou que o país fez tudo que podia para resgatar Fan. "Desde que o cidadão chinês foi tomado como refém por parte do grupo Estado Islâmico, o governo chinês não poupou esforços para resgatá-lo", disse Hong, contrariando uma afirmação do Estado Islâmico.

O EI anunciou nesta quarta-feira que assassinou um refém norueguês e outro chinês, sequestrados na Síria. Ole Johan Grimsgaard-Ofstad, de 48 anos, e o chinês Fan Jinghui, de 50 anos, foram identificados pelo grupo em setembro.

Na matéria intitulada "O destino dos dois prisioneiros", o grupo mostrou fotos dos supostos corpos dos prisioneiros. Foi reservada meia página para a frase "Executados após terem sido abandonados pelas nações e organizações apóstatas".

Os ataques terroristas cometidos pelo EI nas últimas semanas na Península do Sinai, em Beirute e em Paris se transformaram em um dos focos das discussões da cúpula Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), nas Filipinas, que conta com a participação de 21 líderes mundiais, entre ele o presidente chinês.

Fontes da organização do encontro anunciaram que os líderes publicarão hoje um comunicado conjunto de condenação ao terrorismo em paralelo ao encerramento da conferência.

*Com informações da EFE

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