Por clarissa.sardenberg
Publicado 14/01/2016 17:55 | Atualizado 14/01/2016 17:56

Estados Unidos - A viúva de um homem assassinado em um ataque em um centro de treinamento da polícia jordaniana processou o Twitter, acusando o site de microblogs de facilitar a disseminação de propaganda do Estado Islâmico. Ela afirma que até recentemente o Twitter dava permissão para o grupo manter contas oficiais no serviço.

Conta do Twitter hackeada por grupo que apoia o Estado Islâmico Reprodução Internet

Tamara Fields, uma mulher da Flórida cujo marido, Lloyd, morreu no ataque de 9 de novembro, acusa a rede social de permitir deliberadamente o uso de seus serviços pelo grupo militante islâmico para espalhar propaganda, levantar dinheiro e atrair recrutas.

"Sem o Twitter, o crescimento explosivo do EI nos últimos anos e que permitiu ao grupo se transformar no grupo terrorista mais temido no mundo não teria sido possível", disse Fields de acordo com o processo apresentado na quarta-feira no tribunal federal de Oakland, Califórnia.

O Twitter não comentou o assunto nesta quinta-feira.

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