Veja as dietas mais aprovadas e as que têm mais críticas

Fizemos um ‘top 5’ dos regimes que mais dão certo e listamos as maiores furadas. Confira!

Por O Dia

Rio - No seu prato cabe que dieta? Diversas receitas prometem emagrecer, mas poucas são as que de fato dão certo. O DIA fez um ‘top 5’ das dietas de fácil adaptação. Todas avaliadas pela nutricionista Noadia Lobão, diretora do Centro Brasileiro de Apoio Nutricional. De acordo com Noadia, o ideal é comer alimentos naturais, ricos em nutrientes. “Costumo indicar oleaginosas para suprir a falta de doce ou gordura. Amendoim, castanha, nozes, macadâmia e avelãs, em quantidades equilibradas”, afirmou. “As pessoas costumam comer alimentos com baixa caloria porque acham que engorda menos, mas tem alimentos de alta caloria que não engordam e saciam mais, como açaí sem guaraná e até abacate”, salientou. “É bom apostar em hortaliças cruas e outros vegetais.”

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Maria Cristina Ribeiro Pinto, terapeuta cognitiva comportamental, disse que o cérebro é vital para a dieta. Depressão, ansiedade e estresse fazem tudo acontecer. “Isso acontece quando a pessoa perde o emprego ou passa por um momento difícil. Ela desenvolve compulsão. Come muito mais do que precisa e muito mais do que quer”, completou. A comida, para quem é compulsivo, substitui o abraço e a atenção que a pessoa não consegue ter. “Para começar uma dieta, é ideal que a pessoa vá aos poucos e não corte tudo de uma vez, porque logo ela vai querer quebrar o regime”, concluiu.

MIREM-SE NESTES EXEMPLOS

Fomos atrás de exemplos de dietas bem-sucedidas. “Há dois anos eu estava pesando 93 kg, fazendo academia. Procurei um nutricionista urgente”, disse a advogada Aline Aragão, de 25 anos, que hoje pesa 68 kg, depois de ter ganhado massa muscular. “Eu já tentei fazer essas dietas malucas, mas sem êxito”, completou. Ela contou que sua nutricionista começou sua dieta sem cortar nada. “Ela me ensinou a comer, de três em três horas, porções pequenas.” Segundo Aline, foi difícil no início reduzir o doce, mas aos poucos a dieta foi sendo equilibrada. “Sem esporte não ia adiantar. Tem dias que enfio o pé na jaca, mas não abuso.”

Everton Damasio, gerente de TI, 27 anos, pesava 140 kg e tentou fazer dieta por conta própria por 45 dias. “Vendo que estava errado, procurei ajuda profissional”, disse. “Primeiro de uma nutricionista e depois de um educador físico para sair do sedentarismo”, acrescentou ele. Everton tinha vergonha de ir à academia por causa do seu corpo, mesmo perdendo peso, mas pelo excesso de pele que ele tinha. “Com o acompanhamento de um professor, eu perdi 51 kg”, completou.

Quando completou 18 anos, Giovanna Poggianelli resolveu deixar as desculpas esfarrapadas e promessas de lado. “Cheguei aos 75 kg quando parei de fazer jiu-jítsu, que era a minha única atividade física. Um belo dia comecei a mudar meus hábitos alimentares aos poucos, não cortei nada, fiz só o básico. Evitei besteiras e, com isso, me animei de para ir pra academia, coisa que nunca suportei”, conta Giovanna, atualmente com 20 anos, e que mede 1,60 m. Depois de 10 meses de academia, Giovanna resolveu publicar no Instagram sua rotina de exercícios e as receitas. “Postei meu antes e depois de eliminar 20 quilos. Comecei a ganhar seguidores e ver que a galera perguntava, procurava saber, interagia, aí resolvi postar sempre”, recorda a estudante de Jornalismo da Facha, que conquistou quase 21 mil seguidores nesta rede social.

Reportagem de Bernadete Travassos com a colaboração da estagiária Carolina Moura

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