Após 20 dias de proibição, cidade alemã reabrirá piscina para refugiados

Proibição aconteceu após queixas de alemãs, as vítimas afirmaram que foram assediadas por um grupo de refugiados

Por O Dia

Centenas foram às ruas na Alemanha após mulheres serem estupradas por refugiados no país Reuters

Berlim - Uma piscina pública da cidade alemã de Bornheim reabrirá na próxima quarta-feira, para o uso de refugiados após eles serem proibidos de frequentar o local na semana passada. Medida foi tomada após alemãs se queixaram, em mais de uma ocasião, de terem sido assediadas na piscina por um grupo de refugiados que vivem em um centro de acolhimento nas proximidades do local. Segundo a imprensa alemã, imigrantes adolescentes teriam molestado mulheres que frequentavam o estabelecimento de forma verbal e com gestos obscenos.

A atitude foi criticada por diversos setores da sociedade local, pois proibia o uso de todos os refugiados e não apenas daqueles que cometeram infrações. Episódio foi registrado após, na noite do dia 31 de dezembro, a cidade de Colônia ter sido alvo de uma série de estupros e atos de violência. Agressores abordavam as mulheres sozinhas ou em áreas isoladas. Os estupros deixaram a Alemanha em choque e despertaram debates sobre o envolvimento de imigrantes nos crimes, já que o país recebeu mais de um milhão de pedidos de asilos de refugiados do norte da África e do Oriente Médio em 2015, na pior crise de deslocamento forçada já vista pela Europa desde o fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

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