Por gustavo.ribeiro

Rio - Reynaldo Perez, 43 anos, é aquele rodoviário que conhece um pouco de cada parte do ofício de transportar passageiros. Ele iniciou na área quando a prefeitura lançou o primeiro corredor BRS no Rio, auxiliando os usuários sobre o novo sistema. Depois, coordenou a ação de divulgação para a inauguração do BRT Transoeste. De lá pra cá, foi contratado pelo consórcio BRT, atuou como supervisor de equipe de “posso ajudar” nas estações e hoje já é supervisor de infraestrutura.

A história de Reynaldo foi contada no projeto Histórias que Movem a Vida, da Fetranspor, que tem o objetivo de compartilhar com a sociedade relatos de pessoas que tiveram suas vidas transformadas através de iniciativas ou de boas práticas ligadas ao transporte.

Reynaldo PerezDivulgação

O que mais o fez se interessar pelo trabalho no BRT foi ter percebido que estava fazendo parte de uma grande mudança no sistema de transporte da cidade. “Quando você tem ideia do tamanho da estrutura e até onde podemos chegar, você fica animado”, diz. A participação no BRT, segundo ele, também foi fundamental para seu crescimento. “Hoje eu sei que só depende de mim pra crescer na empresa. Sou muito cobrado, mas muito valorizado também!”, afirma.

Atualmente, a maior batalha de Reynaldo é contra o vandalismo nas estações, às vezes motivado por insatisfações com o serviço. “Infelizmente temos uma minoria que entende que qualquer insatisfação deve ser resolvida quebrando as estações e os ônibus. Só que essa atitude tem efeito contrário, todos os ônibus que vão pra manutenção significa um a menos no corredor. Automaticamente isso aumenta o tempo de espaço entre um ônibus e outro. Prejudica todo mundo!”, alerta, recomendando que as reclamações sejam feitas via redes sociais do consórcio ou ao Fale Ônibus (0800 886 1000).

Conheça o projeto Histórias que Movem a Vida

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