Por bferreira
Rio - A queda na popularidade do governador Sergio Cabral e os baixos índices de seu eventual candidato e vice-governador nas pesquisas não parecem ter fundamento na lógica. Estamos vivendo um grande momento na vida do estado e da capital, com uma proximidade e apoio do governo federal singular. São projetos de estradas, hospitais, mobilidade urbana, dignidade para a periferia dos municípios – especialmente na região metropolitana, que está ganhando asfalto, galerias de águas pluviais, água encanada e esgotamento. E os centros de referência médica, como Into, Centro de Imagem, Hospital da Mulher, Hospital da Criança, Hospital do Cérebro e tantos outros, impressionam. Ou deveriam impressionar. Mais barcas, mais trens, mais metrô.
No entanto, não é só isso. O setor privado tem manifestado também sua confiança no Rio, investindo fortemente, gerando empregos e renda. O polo automotivo no sul do estado é o segundo do Brasil e recebe agora dois investimentos significativos, com a Nissan e a Land Rover, a consolidação da WW Caminhões e a Peugeot-Citröen. O próprio mercado financeiro, esvaziado brutalmente, começa a se recuperar e já somos o principal endereço de fundos e de gestão de grandes contas. Setores como cosméticos, bebidas , indústria farmacêutica, naval e do petróleo e gás são relevantes. E os centros de pesquisas, que estão se instalando no Fundão, mostram o nível dos novos empregos que estão sendo oferecidos aos formados e pós-graduados. Até na pecuária leiteira estamos chegando à autossuficiência.
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Não apenas em função da Copa e das Olimpíadas, mas também pelos investimentos em todo o estado, estamos dobrando a oferta de camas na rede hoteleira, hoje a mais moderna do Brasil. São muitas as cidades que ganham hotéis de redes internacionais. Por fim, o projeto de segurança é marcado pela coragem e a determinação, apesar de ser uma guerra permanente e preocupante. São coisas da política.
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Jornalista