Por bferreira
Rio - Somente uma cidade Olímpica e Maravilhosa, como o Rio de Janeiro, pode festejar três aniversários a cada ano: 1º de março, fundação da cidade; 20 de janeiro, padroeiro São Sebastião, e 29 de novembro, o título de Cidade Maravilhosa cunhado pelo escritor Coelho Neto, no jornal ‘A Notícia’, em 29 de novembro de 1908.
Brindemos todos à mais bela cidade do mundo. Nossa Sebastianópolis prossegue recebendo diversas honrarias. Consideremos apenas algumas em meio a tantas outras. O de Cidade Mais Feliz do Mundo, eleita pela revista americana ‘Forbes’, permitiu ao jornal O DIA exibir uma das suas capas mais luminosas e encorajadoras. O Cristo do Corcovado, como uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo ecoou de maneira assombrosa repercutindo positivamente no turismo desse nosso caudaloso Rio de amor, assim como o galardão de Patrimônio Mundial da Humanidade. A lista é longa, mas, neste dia de festa basta pinçarmos apenas alguns deles e lembrarmos a marchinha Cidade Maravilhosa de André Filho gravada, em 1934, por Aurora Miranda. Com arranjo bombástico do mestre Pixinguinha, eternizou o título, trazendo a todos nós alegria e orgulho a ponto de ser, merecidamente, alçada ao patamar de Hino da Cidade.
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Mais do que Maravilhosa, a cidade é única com sua inigualável beleza natural. Na periferia e nas comunidades, Maravilhosa, sim, por contemplar amizades, apadrinhamentos, abertura de portas e a vibração de vários ritmos.
Em suma, a arte, os esportes, o Carnaval, o Réveillon, a simpatia de sua gente, as declarações de toda ordem, incluindo as que se alastram nas redes sociais, afora a perspectiva Olímpica de 2016, entre tantos outros atributos, identificam e conferem, no transcurso de mais de cem anos, o título outorgado à majestosa Cidade Maravilhosa de São Sebastião do Rio de Janeiro.
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Coordenador do Projeto Roteiros Geográficos do Rio – Uerj