Por bferreira

Rio - O Carnaval está nas ruas, a cidade vive em função do grande evento, de repercussão internacional. Na próxima semana, a mídia mundial registrará o que se passa no Rio — desta vez com a importância de estarmos a três meses da Copa do Mundo e a dois anos das Olimpíadas.

A imensa responsabilidade não é apenas da prefeitura e do estado, que devem fazer funcionar a contento seus serviços de Saúde, segurança pública, ordem e disciplina nos eventos. É dever de todos zelar pela hospitalidade e educação da população, em contato com centenas de milhares de turistas que nos visitam. É preciso a mobilização de todos, inclusive no que toca a abusos nos preços cobrados por serviços e produtos, especialmente transporte e alimentação.

Atos de vandalismo, comportamento inadequado e mau uso da via pública devem ser reprimidos pelas autoridades e contar com a colaboração popular. Nosso povo é cordial, educado e honesto; precisa, e deve, ser rigoroso com infratores, como ocorre no resto do mundo. A tolerância nos compromete. E mais ainda, a falta de apoio de alguns setores da sociedade à ação policial. Na verdade, se a polícia erra por vezes, o infrator o faz sempre. Nossa gente sempre soube reconhecer o valor dos agentes da ordem e da lei. Os policiais devem ser reconhecidos, como sempre o foram, e não cerceados no cumprimento dos seus deveres. Solidariedade é o que devemos a estes homens, que não raro sofrem baixas face aos embates com os marginais.

O Rio tem no turismo, nos grandes eventos culturais, esportivos, religiosos, nas festas populares como Carnaval e o Réveillon, uma parte dos bons empregos e boas receitas. O mau comportamento não afeta os governos, mas, sim, a população em geral.

Carnaval de alegria, mas de ordem e hospitalidade. O Brasil, o amor ao Brasil, deve ser maior do que eventuais queixas e reclamações. Vamos ser otimistas e cultivarmos a velha alegria e cordialidade de nossa gente!

Jornalista

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