Por adriano.araujo
Publicado 09/11/2014 00:30 | Atualizado 09/11/2014 00:32

Rio - É comum acharmos que nossas pequenas atitudes não têm importância, não é mesmo? Mas isso não é verdade! Para os que têm fé, qualquer ato de amor é capaz de causar uma revolução. Assim testemunhou a vida de Irmã Dulce, que, tendo por único objetivo confortar os necessitados, cuidar dos doentes e amparar os miseráveis, foi indicada ao Nobel da Paz e, mais tarde, beatificada pelo Papa Bento XVI. Sua forma de agir vivificou suas palavras: “Tudo seria melhor se houvesse mais amor”.

Quem opta por fazer o bem ao outro tem uma história tão rica, que permanece pulsante mesmo após a morte! E não restam dúvidas de que a doação de vida desta religiosa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição Mãe de Deus aos mais necessitados mudou o rumo da história e se configura num belíssimo exemplo para todos nós. É exatamente o que vai retratar o filme ‘Irmã Dulce’, que estreia neste mês nos cinemas.

Em meio a uma sociedade que é estimulada ao individualismo, a história de Irmã Dulce, em vida chamada de o ‘Anjo Bom da Bahia’, tem a força de nos levar a perceber que o cristão é aquele que não pensa em si mesmo, mas se preocupa com o irmão. Essa mulher incrível, que foi capaz de atravessar Salvador de madrugada para dar colo a um menino de rua, que ousou pedir verba a um político em pleno palanque e que insistiu em uma doação para seus pobres, mesmo após receber cuspe, é um sinal de amor evangélico, que marca a nossa geração.

Obstinação, alegria, amor e fé foram fermentos para a parte que coube à Irmã Dulce, na construção da Civilização do Amor, desejada por Deus. Olhando para o exemplo dela, reconheço que tenho muito a aprender e a realizar... E você: aceita dedicar o seu existir em prol desse desafio de amor? “Tamu” junto!

?Padre Omar é o Reitor do Santuário do Cristo Redentor do Corcovado. Faça perguntas ao Padre Omar pelo e-mail padreomar@padreomar.com. Acesse também www.padreomar.com e www.facebook.com/padreomarraposo

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