Por paulo.gomes

Rio - O Dia da Assistência Social é comemorado neste 15 de maio, e nesse sentido é importante investigar a sua trajetória. A Constituição Federal de 1989 é marco fundamental desse processo, porque reconhece a assistência social como política pública. Portanto, pensar esta área como política social é uma possibilidade recente.

Estudos mostram que no Brasil, até 1930, não havia uma compreensão da pobreza enquanto expressão da questão social e, quando esta emergia para a sociedade, era tratada como “caso de polícia”. Nesta semana, o Fundo Monetário Internacional citou a melhora significativa dos nossos indicadores sociais decorrentes do resgate de 22 milhões de pessoas da extrema pobreza. Se a missão foi conquistada por meio do Bolsa Família e Brasil Sem Miséria, foi o compromisso dos assistentes sociais que tornou a meta possível.

Dados de 2012, do Ministério do Desenvolvimento Social, indicam que 120 mil assistentes sociais atuam no Brasil. Na prefeitura, são 876 que trabalham diariamente nos centros de assistência social e rede acolhedora, além de unidades de outras secretarias. Nos últimos dois anos, tivemos conquistas importantes para o serviço social municipal, dentre elas a carga horária de 30 horas.

Ser assistente social é ser batalhador, é enxergar a realidade com as lentes da igualdade e agir diariamente para transformar o mundo de uma família, uma comunidade, um país, de uma pessoa. Neste 15 de maio, reforço a gratidão pelo aprendizado, pela parceria e pelo espírito de luta desses profissionais que protegem crianças, adultos e idosos como se fossem sua própria família.

Adilson Pires é vice-prefeito do Rio e secretário municipal de Desenv. Social

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