Editorial: O desafio do emprego pós-Jogos

O que não pode é o Rio desperdiçar oportunidades de empregos com tanto potencial

Por O Dia

Rio - A Olimpíada do Rio já vem movimentando o mercado de trabalho não é de hoje: são incontáveis os empregos na construção civil — e não apenas nos canteiros das instalações esportivas por toda a cidade. Escavar a Linha 4 do metrô e expandir o BRT, por exemplo, são outras frentes robustas. E mais vagas virão, como O DIA detalha hoje. São até 90 mil postos temporários nas mais variadas funções, todas com carteira assinada.

Fala-se, no entanto, num bastante provável estouro da ‘bolha do emprego’ ao término das Paralimpíadas. Os mais pessimistas carregam nas tintas e dizem aí enxergar a ‘pá de cal’ na recessão do Rio de Janeiro, que como todo o Brasil vem sentindo os efeitos da crise.

Mais um motivo para se pensar em estratégias, como elaborar calendário de eventos no longo prazo; aproveitar a rede hoteleira em expansão e manter o setor aquecido; e apostar nas várias modalidades de turismo. O que não pode é o Rio desperdiçar oportunidades de empregos com tanto potencial.

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