Editorial: Bom senso no fim da greve do INSS

Em todo o Brasil postos ficaram apinhados de gente, registrando o dobro ou o triplo da demanda de dias comuns

Por O Dia

Rio - Percebeu-se ontem quão imprescindível é o atendimento da Previdência Social: por conta do fim da greve dos servidores, em todo o Brasil postos ficaram apinhados de gente, registrando o dobro ou mesmo o triplo da demanda de dias comuns. A sorte de quem depende do INSS, porém, não está de todo em paz porque os médicos peritos seguem de braços cruzados — num impasse demasiadamente emperrado com o governo federal. Dessa classe dependem milhares de trabalhadores.

A prudência observada pelos funcionários ‘técnicos’, que conseguiram ganhos importantes — como a incorporação de gratificações —, mas tiveram de ceder em outros pontos, faz-se necessária para resolver o imbróglio dos peritos. Ainda que afirme manter 30% do efetivo nas unidades, a classe impõe transtornos a quem precisa de um simples parecer para subsistir. E muitos definham até que sua vez na longa fila chegue, meses depois.

O momento é delicado e não permite extravagâncias, pedindo bom senso.

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