Continentino Porto: Já se fala na Terceira Guerra Mundial

Desta vez, serão aviões comandados por pilotos fora da cabine, numa sala com uma distância de alguns quilômetros, basta apenas apertar o botão que o alvo será atingido

Por O Dia

Rio - A 1ª Guerra Mundial (1914-1917) causou a morte de 10 milhões de pessoas, destruindo indústrias e campos agrícolas. O custo foi uma bagatela de 208 bilhões de dólares. Já a 2ª Guerra Mundial (1939-1945) foi a maior catástrofe provocada pelo homem, envolvendo 72 nações. Foi a mais abrangente da história, com mais de 100 milhões de militares e 70 milhões de mortes. Só um terço dos mobilizados não se feriu ou morreu. O conflito foi orçado em US$ 1,5 trilhão de dólares, quantia capaz de acabar com a miséria na Terra.

Será que teremos uma 3ª Guerra Mundial? O custo será de alguns trilhões de dólares? Quanto tempo vai demorar? Teremos milhões de militares lutando no Oriente Médio?

Não, desta vez, serão aviões comandados por pilotos fora da cabine, numa sala com uma distância de alguns quilômetros, basta apenas apertar o botão que o alvo será atingido, como aconteceu no ataque realizado na capital da Síria que atingiu o carrasco Jihadi John, o mais famoso terrorista do Estado Islâmico (EI), que teria morrido depois que o veículo em que entrou foi destruído por um míssil disparado por um drone. Muhammed Erawazi ficou conhecido pelas suas aparições nos vídeos de decapitações de reféns do Estado Islâmico.

Portanto, não temos dúvida de que uma 3ª Guerra Mundial pode gastar bilhões de dólares, mas que durará apenas alguns dias e que não produzirá um número de mortos e mutilados como na 1ª e na 2ª guerras. Ora, se diz isso é porque sabe perfeitamente que o mundo atesta o rigor de como está agindo o governo francês, e que a tecnologia está num grau muito mais adiantado.

Nesse caso, para acabar com esse clima de horror — como a ‘Globo News’ mostrou em documentário como vivem as mulheres e crianças capturadas no território de Yazidi, ocupado pelos terroristas, todas resgatadas pelo Estado Islâmico, onde são torturadas, violentadas pelos líderes do grupo e até pelos guardas do presídio —, o fundamental é a união de todos os povos e derrotar os terroristas do Estado Islâmico. Até as crianças de nove anos são violentadas.

Continentino Porto é jornalista

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