Por felipe.martins

Rio - Em um mundo cada vez mais globalizado, doenças mostram não ter fronteiras, e eventos de monta como Copa do Mundo e Olimpíada são desafio à parte a autoridades de saúde. O atual surto de zika, como O DIA mostrou domingo, pode ter chegado ao Brasil no Mundial de futebol de 2014. Para o ano que vem, a atenção deve ser redobrada. Mais gente de quase todos os países virão para uma única cidade — o Rio —, trazendo patógenos que não circulavam por aqui.

A informação continua sendo a arma mais eficaz contra contaminantes externos. Barreiras sanitárias nos aeroportos, com scanners capazes de apontar pessoas febris, ajudam, mas dependem de alto investimento. A solução, portanto, está na observação, na adoção imediata de protocolos e na logística dos pontos de apoio, como hospitais.

A zika pegou a todos de surpresa com a brutal relação com a microcefalia, e o potencial desse surto ainda é desconhecido. Outras doenças podem fazer tanto ou mais estrago. Preveni-las é vital.

Você pode gostar