Editorial: Reação de fato a ameaça imprevisível

A ONU já anuncia sanções mais rigorosas, e até aliados de primeira hora dos Kim, como a China, manifestaram repúdio

Por O Dia

Rio - Para cada fala ou ação da raivosa Coreia do Norte, é necessário corrigir as matizes, pois sempre a ditadureta carrega nas tintas. Este procedimento é novamente posto em prática no episódio da suposta detonação da bomba H. Ainda que tenha havido exagero, intriga como Kim Jong-un tem liberdade para fazer o que bem entender, ao contrário da reação do Ocidente ao que passa no Oriente Médio, por exemplo.

Especialistas duvidam da façanha norte-coreana: houve explosão, mas nada que apontaria para avanço significativo das pesquisas de Kim Jong-un. De todo modo, declarar ter feito bem-sucedido teste de arma alegadamente capaz de destruir o mundo é uma afronta que não pode ficar sem resposta.

A ONU já anuncia sanções mais rigorosas, e até aliados de primeira hora dos Kim, como a China, manifestaram repúdio às ações de ontem. Resta saber o que de fato será feito para conter a fúria de um ditador desequilibrado de um país com forte poderio bélico, mas enigmático e imprevisível.

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