Por felipe.martins, felipe.martins
Rio - Gerir uma festa do tamanho do Carnaval de rua do Rio é tarefa multidisciplinar que envolve um sem-número de variáveis. Uma das mais complexas e sensíveis é o trânsito. Ano passado, este espaço atentou para falhas significativas na mobilidade urbana, incondizentes com a importância do evento e injustificáveis do ponto de vista logístico. Hoje, com Bola Preta, Barbas e Simpatia, só para citar os maiores, a prefeitura tem um teste de fogo para mostrar que evoluiu.
Em 2015, houve um vácuo no transporte público. Já na noite de sexta-feira, apontavam-se filas imensas de foliões nos pontos, aguardando ônibus que nunca chegavam e vinham lotados. O metrô, apesar de rodar ininterruptamente, pôs composições de menos.
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Muito se avançou no ordenamento dos blocos, facilitando interdições. Na hora de adaptar a circulação dos ônibus, porém, ainda sobram dúvidas. Não há razão para reduzir a frota, pois a demanda sobe a cada Carnaval. A cidade não pode parar em data tão importante.