Por thiago.antunes

Rio - O Rio vai coordenar as ações de segurança em todo o país durante a Copa das Confederações. O quartel-general será no Centro Integrado de Comando e Controle do Estado do Rio de Janeiro (CICC), inaugurado nesta sexta-feira na Cidade Nova.

Dali, será feita a gestão destas ações nas cidades-sede do evento. Somente no início do ano que vem ficará pronto o CICC de Brasília, onde ficará o futuro QG nacional.

No Centro Integrado de Comando e Controle%2C painéis vão estar conectados às polícias e às Forças Armadas Paulo Araújo / Agência O Dia

O novo centro de controle do Rio cuidará do monitoramento, planejamento e da execução de ações militares que garantirão a segurança dos grandes eventos no país. No local, serão planejadas todas as ações que envolvem as polícias Federal, Rodoviária, Civil e Militar, além do Corpo de Bombeiros e das Forças Armadas.

O novo centro também articulará serviços da prefeitura, e funcionará 24 horas por dia, durante toda a semana. Cerca de 1.200 pessoas trabalharão no CICC.

Jornada

De acordo com o governador Sérgio Cabral, o espaço recebeu R$ 108 milhões em investimentos, sendo 30% do governo federal, e 70% do governo estadual.

O centro%2C inaugurado nesta sexta%2C com a presença do governador Sérgio Cabral e do ministro José Eduardo CardozoPaulo Araújo / Agência O Dia

“Será aqui que representantes das forças policiais poderão acompanhar o que acontece no Rio e nas demais cidades. Nesta primeira fase, estaremos voltados para a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude”, disse.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, frisou a responsabilidade e importância que o Rio desempenhará durante a Copa das Confederações: “Aqui será o cérebro. As outras cidades que foram sediar os jogos receberão centros integrados provisórios, que se tornarão definitivos até a Copa do Mundo. Historicamente, servirá para que nos preparemos ainda mais para a Copa do Mundo de 2014. Nunca a segurança pública brasileira teve um espaço desta natureza, que permite às forças dialogarem entre si por meio de processos decisórios velozes”, comentou o ministro da Justiça.

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