Por raphael.perucci

Rio - Nina Stamato Ruschel, de 16 anos, gosta da banda punk Dead Kennedys. E de vinil. Ela e os amigos João Gabriel Leite, 16, Pedro Bravo, 16, e Carlos Eduardo Britto, 15, foram ontem à Feira Carioca de Vinil, que aconteceu na Casa da Matriz e no Albergue da Matriz, em Botafogo. “Curtimos rock clássico, progressivo. Começamos a ouvir vinis com nossos pais”, diz João.

No evento, eles se misturaram a uma galera que coleciona e vende LPs há anos — como o livreiro Mauricio Gouveia, 34, organizador da feira de vinis que acontece periodicamente no Instituto Bennett: “Em São Paulo, há três feiras ao mesmo tempo. Aqui no Rio, ainda tem pouca oferta e muita procura”.

O jornalista Michael Meneses, 38, vendia LPs novos da gravadora Polysom ontem. “Muitos deles saíram em CD, mas as pessoas querem em vinil. ‘Usuário’, estreia do Planet Hemp (1995), já esgotou hoje aqui”, conta.

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