Por cadu.bruno
Publicado 02/08/2013 11:19

Rio - Cabral, que até o início das manifestações públicas insistia na desistência de Lindbergh em favor de Pezão, do PMDB, adotou um tom moderado e disse que não romperá com o PT.

Chegou a citar o caso de Dilma Rousseff, que mantém o PSB no seu ministério apesar das pressões de Eduardo Campos, governador de Pernambuco e provável candidato ao Planalto.

Em tom conciliador, afirmou que os petistas têm até junho de 2014 para definir se lançarão um nome ao governo estadual.

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