Por nara.boechat

Rio - Com a promessa de ser a mais moderna do Brasil, a Usina de Asfalto Antonio Ramos, no Caju, foi inaugurada ontem e substituirá a Engenheiro Luiz Paes — que fica na Avenida Francisco Bicalho e terá suas atividades encerradas nas próximas semanas. Segundo o secretário de Conservação, Marcus Belchior, o novo centro contará com produções inéditas no Rio, como a do asfalto CPA (Camada Porosa de Asfalto), que permite a absorção da água da chuva. Também será feita a reciclagem da sobra dos trabalhos de fresagem nas vias.

O equipamento foi construído pela companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (Cedurp), com recursos de R$ 17 milhões. Esta será a de maior capacidade da cidade: 160 toneladas por hora, enquanto a de Campo Grande produz 80t/hora, a de Jacarepaguá 120t/hora e a de Santa Cruz, 60t/hora. Já a usina do Caju,que será desativada produz 140 toneladas por hora, 20 a menos que a nova unidade.

“Essa usina é um avanço tecnológico para o Rio e representa o conceito de cidade inteligente. Aqui faremos todos os tipos de asfalto existentes no mundo”, declarou o secretário Belchior. De acordo com a a secretaria, a produção do asfalto CPA é inédita no Rio, e evita a formação de bolsões d'água quando chover. O terreno da usina da Francisco Bicalho será utilizado no projeto do Porto Maravilha.

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