Informe do Dia: De primeira na segunda com Antônio Marcelo

'Indústria de games tem vagas para profissionais'

Por O Dia

Rio - Videogames deixaram de ser apenas diversão há muito tempo. Em 2012, a indústria de jogos eletrônicos arrecadou, no mundo, US$ 52 bilhões, mais que o cinema norte-americano. No Brasil, o faturamento subiu de R$ 426,6 milhões em 2010 para R$ 651,7 milhões no ano seguinte. Para o especialista e professor Antônio Marcelo, há um campo vasto para pessoas dispostas a trabalhar no setor.

Antônio MarceloMaíra Coelho / Agência O Dia

Qual é o perfil da pessoa que quer trabalhar com videogames?
De maneira geral, deve reunir as mesmas características que são esperadas num profissional de qualquer outra área. Ser estudioso, responsável e dedicado. E, ao contrário, do que muita gente pensa, nem sempre quem é um jogador apaixonado por videogame se transforma num bom trabalhador nessa área. Fazer um jogo é trabalhoso e boa parte do processo não é nada divertida.

Como é a formação profissional no Brasil?
É cada vez mais consistente. Primeiro veio a formação técnica, mas hoje, em vários locais do país, há cursos de nível superior voltados exclusivamente para a área de videogames. As empresas se espalharam, estão no Rio, em São Paulo, Sul e Nordeste. Além disso, os estrangeiros estão cada vez mais receptivos aos jogos daqui.

Quais são os profissionais que participam da criação de um jogo?
Além dos programadores, um jogo precisa de roteiristas, dubladores, músicos, arranjadores, entre outros profissionais.

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