Por thiago.antunes

Rio - O governo do estado voltou atrás no compromisso de manter a redução da alíquota do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECP) que vinha sendo praticada desde 2011. Em mensagem enviada para a Assembleia Legislativa, Sérgio Cabral afirma que a administração não tem como abrir mão de arrecadar cerca de R$ 700 milhões no ano que vem.

Acordo feito em 2010 prevê uma diminuição do percentual incidiria sobre transações comerciais em energia e comunicações: a alíquota total, hoje de 4%, seria reduzida para 3%.

Folhas de pessoal

Cabral alega também que a redução traria problemas para o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal: os gastos com pessoal do Poder Judiciário e do Ministério Público ficariam muito próximos dos limites legais. Em tese, 2014 é o último ano do FECP.

Pezão na porta

Pezão falou grosso durante a filiação de deputados estaduais ao PMDB. Numa referência à pré-candidatura de Lindbergh Farias, afirmou que seu partido foi generoso com aliados e não aceita ser passado para trás.

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