Por tamyres.matos

Rio - A família da estudante Cláudia Marinho de Lima, de 18 anos, encontrada morta na segunda-feira com sinais de estrangulamento, acredita que o assassino esteja entre os amigos de Facebook da vítima. Ela, enforcada com o próprio sutiã, procurava um namorado na rede social. A polícia quer saber se a estudante foi estuprada e analisa as mensagens publicadas pela jovem na internet.

Vítima postava no Facebook com frequênciaReprodução Internet

Na tarde desta quarta-feira, os irmãos dela, Leandro Marinho e Cláudio Marinho, prestaram depoimento na Divisão de Homicídios (DH). “Viemos à polícia contar o que sabemos, e tudo será esclarecido”, contou Leandro. Antes de seguir para a DH, ele sepultou o corpo da irmã no Cemitério de Santa Cruz.

O delegado Rivaldo Barbosa, da Divisão de Homicídios, disse que aguarda o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) para saber se houve abuso sexual. "Qualquer coisa que eu disser agora pode atrapalhar as investigações. Somente com o resultado do IML poderemos afirmar se houve a violência sexual”, afirmou o policial. O exame fica pronto em 15 dias.

Leandro disse que a família está com medo de ameaças, já que divulgou o telefone no Facebook pedindo ajuda para encontrar a estudante, que desaparecera no sábado, dia 5.
“Toda a família deve se preocupar com o que escreve no Facebook. Pode ser que tenha alguém de má fé vendo e faça alguma maldade. O que fizeram com minha irmã foi uma tremenda crueldade”, lamentou Leandro.

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