Por thiago.antunes
Rio - Em uma das maiores operações coordenadas no país, policiais civis de vários estados colocaram 3.542 suspeitos atrás das grades nesta quarta-feira. Só no Rio, foram feitas 117 prisões. Batizada de ‘PC 27’, a ação foi simultânea para capturar acusados de envolvimento com o tráfico de drogas, jogo do bicho e venda de produtos piratas. Os policiais cumpriram ainda mandados de prisão pendentes e de busca e apreensão.
No Rio, os agentes saíram cedo às ruas do estado. No total, foram apreendidos três menores, armas, munições, explosivos, drogas, produtos piratas, material para endolação e 23 veículos roubados foram recuperados. Em Belford Roxo, policiais da 54ª DP prenderam de uma só vez cinco acusados de tráfico e de homicídios na localidade de São Leopoldo.
Em Belford Roxo%2C cinco acusados de tráfico e homicídio foram presosDivulgação

Com eles, havia duas pistolas de calibre restrito e munição. Já a Delegacia de Defraudações estourou dois bingos clandestinos em Madureira e no Rocha. Em Coelho Neto, a Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) fechou um depósito clandestino de gás e prendeu suspeitos. 

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Outro destaque da ação foi a prisão de dois acusados por homicídio em Piabetá, distrito de Magé, na Baixada Fluminense. Eles eram procurados desde julho, quando foram acusados de matar o ex-sócio de um ‘gatonet’, dentro de uma borracharia. 
“O objetivo é promover a integração entre as polícias do país, fortalecendo o contato e a troca de informações entre as instituições”, disse a chefe de Polícia Civil, Martha Rocha, que é presidente do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil, órgão responsável pelas operações
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Quadrilha de estelionatário agia na Barra
Na Barra da Tijuca, agentes da 16ª DP cumpriram seis mandados de busca e apreensão contra quadrilha de estelionatários. De acordo com as investigações, eles compravam roupas, calçados, equipamentos eletrônicos e material de construção e deram prejuízo a comerciantes da Barra, Recreio e Região dos Lagos. 
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A polícia descobriu que, além de agir como consumidores, golpistas distraíam comerciantes na hora de pagar a conta para estornar valores debitados do cartão. Outros dois foram presos: um acusado de estupro e outro de integrar quadrilha que roubava mansões.
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