Por thiago.antunes
Rio - Alunos surdos de algumas escolas da rede municipal estão com dificuldades de acompanhar, aos sábados, a reposição de aulas perdidas durante a greve dos professores. Isto, por falta de tradutores de Libras, a Língua Brasileira de Sinais.
Terceirizados, os profissionais encarregados da tradução não aderiram à greve e, portanto, não têm horas a repor. A situação é mais grave na Escola Venezuela, em Campo Grande, polo que concentra muitos deficientes auditivos: vários deixaram de ir às aulas aos sábados.
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Costin e a solução
Procurada ontem pelo Informe, Claudia Costin, secretária municipal de Educação, disse que ainda não havia sido alertada para o problema. Afirmou que, na segunda-feira, providenciará a contratação de tradutores para acompanhar as aulas de reposição.
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