Por thiago.antunes
Rio - Um estudo de uma Organização Não Governamental (ONG) mostra que existem 29.540 residências em situação de risco de desabamentos no município do Rio. As Regiões Administrativas (RAs) que apresentam maior número de casas nessa situação são a do Méier, com 4.509 unidades; do Rio do Comprido, com 2.613; da Rocinha, com 3.163; e da Tijuca, com 3.009 casas. Com a chegada do verão, as chuvas fortes se tornam mais frequentes e é preciso redobrar a atenção com a questão dos desabamentos. Os dados são da ONG Rio Como Vamos.
Na região do Méier, as comunidades mais suscetíveis são a do Morro do Urubu, em Pilares, com 756 residências em risco, e a Dona Francisca, no Lins, com 420 unidades. Na área do Rio Comprido, chama atenção a situação das favelas do Sumaré, com 564 casas, e do Bispo, com 460. Outra região que chama atenção é a do Complexo do Alemão, com 2.799 unidades em risco, das quais 1.147 encontram-se no Morro do Alemão e 338 no Parque Alvorada.
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Na região da Tijuca, cercada pelo Maciço da Tijuca, a situação mais delicada está localizada no Morro do Borel, com 1.100 unidades em risco, e o Morro da Formiga, com 666 casas. Segundo a ONG, não há como comparar os números de janeiro de 2013 com janeiro de 2011, pois a tecnologia e a metodologia empregadas nos levantamentos pela Fundação Geo-Rio/Secretaria Municipal de Obras são diferentes.