Por adriano.araujo
Publicado 12/12/2013 13:45 | Atualizado 12/12/2013 15:46

Rio - O posto da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Trevo das Margaridas, em Jardim América, na Zona Norte, não funciona no atendimento ao público na manhã desta quinta-feira. O local ficou completamente debaixo d'água após o temporal que atingiu a cidade o Rio nesta quarta-feira.

Serviços essenciais como recursos de multa não estão podendo ser realizados no posto. O telefone 191, que atende a emergências de motoristas nas estradas, também não está funcionando. A região onde fica o posto, no entroncamento entre a Avenida Brasil e a rodovia Presidente Dutra, foi uma das mais prejudicadas pela chuva.

Chuva deixa pelo menos três mortos no Estado

Um homem morreu e um adolescente está desaparecido após uma ponte ser arrastada pela força da água na RJ-230, em Bom Jesus de Itabapoana, no Norte Fluminense, na madrugada desta quinta-feira. Bombeiros do Quartel de Itaperuna e de Italva foram acionados para a ocorrência.

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Os militares permanecem no local em busca do jovem, que teria 15 anos. Com isso, subiu para pelo menos três o número de mortos no Estado do Rio devido às chuvas desta quarta-feira.

O corpo do pedreiro Martinho da Silva, de 50 anos, foi encontrado boiando no Rio Botas, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Um rapaz de 18 anos morreu em Belford Roxo após cair no rio que passa pela região na manhã desta quarta.

Família que ficou alagada é resgatada em BonsucessoSeverino Silva

Uma vila de casas desabou por volta das 4h30 da manhã desta quinta-feira, na Rua B, nº 128, no bairro Carmari, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Uma equipe da Defesa Civil foi enviada para o local e interditou toda a área. Ninguém se feriu.

De acordo com os agentes, as casas foram construídas sem estrutura e de forma conjugada. Sete casas compõem a vila, mas quatro delas ficaram totalmente destruídas.

A Defesa Civil vai terminar de demolir parte da estrutura que ainda ficou de pé e espera o laudo dos engenheiros para avaliar se as demais casas da vila também deverão ser derrubadas. Para Daniel Ramos, 66, dono da propriedade, o importante é que ninguém ficou ferido.

“Sempre sofremos com enchentes aqui. Não esperava por isso, mas ainda bem que o pior não aconteceu. Estamos vivos e pretendo reconstruir tudo”, afirmou o aposentado. Ao todo, sete famílias viviam na vila, totalizando 19 pessoas. Todos estão acomodados na casas de vizinhos e parentes.

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