Por thiago.antunes

Rio - Sem carteirada. O policial civil Renato Rangel Cunha, assessor da diretoria do Instituto Félix Pacheco (IFP), foi parado na Operação Lei Seca, nesta segunda-feira de madrugada, na Avenida Marechal Alencastro, em Ricardo de Albuquerque. Ele se identificou como agente da Polícia Civil, pediu tratamento diferenciado aos agentes, o que foi rechaçado. Indignado, o policial se recusou a fazer o teste do bafômetro. Acabou multado em R$ 1.915,40, teve a carteira de motorista recolhida e o veículo, um Renault Sandero, que estava com o documento atrasado, apreendido.

A Corregedoria da instituição informou nesta segunda que o caso ainda não havia chegado ao órgão para avaliação e, portanto, não se pronunciaria sobre o assunto. Desde 2009, a Operação Lei Seca já abordou 1.351.886 motoristas, dos quais 257.958 foram multados.

Segundo estatísticas da Secretaria de Governo, 52.846 veículos foram rebocados e 102.347 condutores tiveram a carteira de habilitação recolhida. Um total de 104.900 condutores sofreram sanções administrativas, e 3.352, criminais. Os agentes realizaram 1.180.558 testes com o etilômetro, que identifica se a pessoa consumiu álcool e a quantidade ingerida.

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