Mais de 2 milhões de pessoas participam da festa de Réveillon em Copacabana

O show de fogos, apesar da fumaça, durou 16 minutos e encantou

Por O Dia

Rio - Com o esperado ‘beijaço’, mais de 2 milhões de pessoas celebraram o amor e deram as boas-vindas a 2014 na Praia de Copacabana, diante das explosões de corações da queima de fogos. Milhões se despediram de 2013 em festas e shows espalhados pela zonas Oeste, Norte, Sul, Baixada e Niterói, com muitos pedidos e energia positiva para o ano que começou.

Mais de 2 milhões de pessoas participam da festa de Réveillon em CopacabanaAndré Mourão / Agência O Dia

O clima romântico de Copacabana começou com os shows de Nando Reis e Lulu Santos, que se apresentaram no palco principal, antes da meia-noite. Sem chuva, os fogos de artifício, com duração de 16 minutos, deixaram cariocas e visitantes deslumbrados. A novidade deste ano foram as bombas que formavam corações e bocas ao explodirem. Nas caixas de som ao longo da orla, sons de beijo completavam o espetáculo.

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O paulista Wesley Carline, de 25 anos, e a estudante israelense Sivan Levy, de 20, gostaram da ideia. “Não teria coisa melhor. Era assim que eu queria começar o ano”, dizia ele, que mora em Israel e veio visitar o Rio, ao beijar a namorada.

Do outro lado da cidade, no Parque Madureira, 20 mil pessoas foram assistir aos shows da Portela, Império Serrano e de Pedro Lima, o Bigode Grosso do programa The Voice Brasil. A chuva diminuiu a presença do público, mas não impediu a alegria das irmãs Elizete e Elizabete Vergílio, que fizeram um pedido para o ano novo: “Paz, saúde e um namorado com bastante dinheiro”, brincou Elizete.

No Piscinão de Ramos, a noite funk atraiu uma multidão de pelo menos 15 mil pessoas, segundo a PM. Num grupo de 13 pessoas, Rogério de Araújo Souza, 39 anos, estreou na festa e ficou encantado com o clima. “O ambiente é familiar e seguro. Me surpreendeu”, disse.

Na Penha, moradores faziam festas para assistir à queima de fogos de dentro de suas casas. “Depois da pacificação, a gente pode voltar a fazer festa aqui. Parece que voltamos ao tempo de quando eu era criança. Isso está uma beleza”, dizia Nádia Dias, de 50 anos, que nasceu no bairro.

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