Por cadu.bruno
Rio - O depoimento do comandante do Batalhão de Choque (BPChq) da Polícia Militar do Rio, tenente-coronel Márcio de Oliveira Rocha, foi adiado nesta terça-feira. O ofical era aguardado na 32ª DP (Taquara), que apura os tiros dados por dois homens em uma moto, na porta do condomínio onde o comandante mora, na Taquara, no último sábado.
Segundo a polícia, o depoimento deve ser realizado ainda nesta semana. Imagens do circuito interno do prédio e do posto de gasolina em frente ao local já foram solicitadas e vão ajudar na investigação.
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De acordo com testemunhas, dois homens que circulavam pelo local em uma moto tentaram entrar no edifício, mas não conseguiram passar pela trava de segurança. Os criminosos, então, efetuaram disparos contra a portaria e fugiram. Ninguém ficou ferido.
O delegado Marcus Vinicius Braga já ouviu testemunhas. Ele disse que ainda não está claro o motivo do ataque, mas espera esclarecer o caso por meio dos vídeos e depoimentos. O delegado ressaltou que não sabe se os disparos têm a ver com o fato de o policial morar no imóvel, mas que ele será ouvido como outras testemunhas que residem no local.
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Há uma semana, um ‘despacho’ foi deixado na porta do gabinete do comandante. Ano passado, O DIA mostrou denúncias de policiais insatisfeitos com a gestão do coronel, que reclamaram de excesso de trabalho, inclusive nas folgas, e condições precárias. Rocha negou as acusações na época.