Relação em crise

O lançamento, pelo PT, da pré-candidatura de Lindbergh Farias ao governo deixou marcas na amizade entre Lula e Sérgio Cabral

Por O Dia

Rio - O lançamento, pelo PT, da pré-candidatura de Lindbergh Farias ao governo deixou marcas na amizade entre Lula e Sérgio Cabral. No Palácio Guanabara são ouvidos adjetivos pouco elogiosos ao ex-presidente — muita gente acreditava que ele convenceria seu partido a manter a aliança com o PMDB.

Cabral e Pezão, porém, não pretendem expor a mágoa com Lula, as críticas serão concentradas no PT. Os peemedebistas deverão manter o apoio formal a Dilma Rousseff, mas não pretendem suar a camisa por ela.

Os inimigos

Sinal dos novos tempos foi a nomeação de dois secretários de Cabral: Indio da Costa, do PSD, é anti-Dilma; o partido de Pedro Fernandes, o Solidariedade, deve apoiar Aécio Neves (PSDB).

Dá cá, toma lá

Deputados e prefeitos do PMDB-RJ não serão obrigados a fazer a campanha de Dilma. Mais: está sendo concluído estudo que relativizará a tão decantada generosidade do governo federal com o estado. Vai dizer que as mudanças nos royalties (inclusive nas áreas do pré-sal) tomaram do Rio mais do que o concedido por Lula e Dilma.

Comandante

A ala anti-PT é comandada pelo presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani.

Senadora

O PDT deve indicar Cidinha Campos para o Senado, na chapa de Pezão.

Os proibidores

Um sambista não perdoou a ida de Eduardo Paes e Carlos Osório, secretário de Transportes, ao Sambódromo. Espalhou que eles, de tanto criar restrições ao trânsito, iam proibir até carros alegóricos na Sapucaí.

Facultativo

A prefeitura decretará ponto facultativo na sexta antes do Carnaval.

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