Brigas de família

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social identificou que os conflitos familiares são o principal motivo para dependentes químicos permanecerem em situação de rua

Por O Dia

Rio - A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social identificou que os conflitos familiares são o principal motivo para dependentes químicos permanecerem em situação de rua na cracolândia da favela Parque União, na Maré.

Dos 1.154 atendidos em um ano, 40% disseram que problemas com a família são a razão de estarem nas ruas; 34% atribuem a situação ao uso de drogas, entre elas, o crack. O levantamento foi feito para marcar um ano de projeto que atua no complexo de favelas.

Homens são maioria

O estudo mostra também que 72% dos atendidos são homens; 60% não chegaram a completar o ensino fundamental; 55% não têm qualquer tipo de ocupação e 45% estão nas ruas há cerca de um ano.

Deus é brasileiro

Ao chegar ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, em julho, o Papa Francisco foi recebido pela presidenta Dilma Rousseff na Base Aérea do Galeão e disse a ela que viera para se encontrar com uma pessoa muito importante. “Quem?”, quis saber a presidenta. O Papa então respondeu: “vocês não dizem que Deus é brasileiro?”.

A vítima paga a conta

Em vez de se preocupar com o combate à venda de cerol, o deputado Bebeto (PDT) resolveu apertar em cima das possíveis vítimas da substância. Enviou para votação projeto de lei que torna obrigatória para os motociclistas a instalação de antenas contra linhas usadas para soltar pipas.

Patrimônios

Construído em 1953, O Edifício Marquês de Herval, no Centro, e o Albergue da Boa Vontade, de 1931, onde funciona o Centro Psiquiátrico Rio de Janeiro, na Gamboa, ganharam placas de patrimônio cultural do Instituto Rio Patrimônio.

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