Seap promove visita de servidores ao Complexo Penitenciário de Gericinó

Funcionários da Secretaria de Estado da Justiça e Administração Penitenciária visitaram as instalações do Complexo Penitenciário de Gericinó

Por O Dia

Rio - A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) recebeu nesta quinta-feira, 20 de fevereiro, cinco servidores da Secretaria de Estado da Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) do Maranhão no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu.

Em decorrência dos grandes problemas vivenciados nas unidades prisionais do Maranhão, que obtiveram repercussão nacional e internacionalmente, as instalações, a estrutura e os mecanismos da Seap foram apresentados à Sejap. O governo maranhense indicou que o estado visitasse outras secretarias para o conhecimento de novas táticas e possíveis adaptações internas.

O mapa do Complexo Penitenciário de Gericinó foi exposto e explicado aos servidores da Sejap, ressaltando o posicionamento das guaritas, a função dos grupamentos, os deslocamentos táticos e os serviços de inteligência.

A Sejap visitou as instalações das Penitenciárias Lemos Brito, Laércio da Costa Pelegrino (Bangu I), Esmeraldino Bandeira, do Instituto Penal Plácido Sá Carvalho e do Centro de Instrução Especializada (Ciesp), onde foi possível visualizar o treinamento da 3ª turma do Curso de Operações Especiais Penitenciárias.

Há quase 11 anos atuando como agente penitenciário e, atualmente, assessor de Segurança e Inteligência da Sejap, Fredson Pinheiro Maciel, ressaltou os aspectos positivos da Seap e apontou as distinções existentes. “A estrutura e os procedimentos das secretarias do Rio de Janeiro e do Maranhão são muito diferentes. A nossa maior dificuldade é a existência da terceirização. Em um presídio maranhense, pode haver 20 pessoas trabalhando, mas somente um inspetor. Os grandes destaques da Seap são a disciplina e a ordem”, disse.

O coordenador de Segurança, Jorge da Silva Perrote, reforçou o conceito determinante para o êxito profissional. “A disciplina deve ser o fator principal para um melhor desempenho do trabalho do inspetor penitenciário e uma conformidade do sistema. Os agentes têm suas atribuições, e os cursos de capacitação são decisivos para a excelência”, afirmou.

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