Por bianca.lobianco

Rio - Presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani vai levar, terça, 20 integrantes do partido para tomar café da manhã com o pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves. O grupo dissidente inclui pelo menos dez deputados (federais e estaduais), um prefeito e um vice-prefeito.

A adesão dos peemedebistas ao tucano será formalizada em maio, num encontro de cerca de mil pessoas. Todos defenderão o voto ‘Aezão’, mistura dos nomes de Aécio e Pezão, que tentará permanecer no governo estadual.

Partido dividido
A reunião será no Rio, no apartamento da mãe de Aécio. O PMDB nacional deverá apoiar a reeleição de Dilma Rousseff; Pezão e Sérgio Cabral também dizem que ficarão com a petista.

A origem do racha
A dissidência liderada por Picciani começou com a decisão do PT de lançar Lindbergh Farias ao governo.

Os que vão
Entre os deputados federais que confirmaram a presença no café com Aécio estão Leonardo Picciani, Fernando Jordão, Alexandre Santos e Celso Jacob. A lista dos estaduais inclui Rafael Picciani, Bernardo Rossi, Domingos Brazão, Dica,Edson Albertassi e Pedro Augusto.

PT quer PDT
Lula ofereceu ao PDT a vaga de vice-governador ou a de senador na chapa de Lindbergh. Presidente do partido, Carlos Lupi topou retardar sua decisão até o fim do mês. Mas diz considerar difícil romper a aliança com o PMDB.

Pezão a pé
No governo, Pezão revela um estilo bem diferente do que marcou seu antecessor. No dia em que assumiu o cargo, voltou a pé para casa: deixou o Leblon e passou a morar num apartamento em Laranjeiras.

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