Jovem achada em campo de paintball na Pavuna teve a vagina arrancada

A perícia apontou que o corte do órgão tinha bordas e vertentes regulares, o que significa que o assassino usou uma faca afiada. O corte foi feito quando a vítima já estava morta

Por O Dia

Rio - Uma mulher de 30 anos, que não teve a identidade revelada pela Divisão de Homicídios (DH), foi encontrada morta e com o órgão sexual decepado, na quarta-feira, em um campo de paintball na Pavuna, na Zona Norte. Segundo o laudo cadavérico, ‘a vulva, juntamente com a pele e os pêlos pubianos, foram seccionados e retirados’ e deixado pelo assassino em um pneu, a cerca de 30 metros da vítima. A perícia apontou que o corte do órgão tinha bordas e vertentes regulares, o que significa que o assassino usou uma faca afiada. O corte foi feito quando a vítima já estava morta.

Ainda de acordo com o laudo, não foram encontrados sinais de violência sexual, mas havia ferimentos entre o ânus e vagina e um líquido esbranquiçado na vagina. A vítima, que era separada e tinha dois filhos, que moravam com o pai, ainda teve vários fraturas no crânio. Além de um ferimento e hemorragia, oito perfurações de facas e manchas roxas pelo corpo. A perícia atestou que ela já deveria estar morta há 48 horas.

No local, foram encontradas uma receita médica e roupas. Foi colhido material genético na tentativa de identificar o assassino pelo banco de dados do Instituto de Pesquisa e Perícia Genética Forense (IPPGF) da Polícia Civil, que reúne material genético de condenados.

O corpo foi encontrado por um grupo que foi jogar paintball e o vigia do local, que já prestou depoimento. Ele contou que o campo estava fechado desde domingo. Na segunda, ele disse que estava no estabelecimento e percebeu um buraco no muro, que não existia. E na terça-feira, voltou para consertá-lo.

“Vamos chamar para depor parentes e pessoas próximas para chegarmos ao assassino”, disse o delegado-assistente da DH, Alexandre Herdy.

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