Regina Casé lamenta morte de dançarino: 'Hoje o dia vai ser duro'

Apresentadora postou no Instagram uma foto com fundo preto em sinal de luto

Por O Dia

Rio - Regina Casé usou o Instagram, na manhã desta quinta-feira, para lamentar a morte do dançarino do "Esquenta" Douglas Rafael da Silva Pereira, conhecido com DG. A apresentadora postou uma foto com o fundo todo preto e disse que a família e amigos de DG precisam "buscar coragem para continuar".

>>> GALERIA: Parentes e amigos se despedem do dançarino DG

"Abraçados, de roupa, chorando... Adormecemos por algumas horas. Hoje o dia vai ser duro. Apoiar e amparar sua família, a minha, a nossa... E procurar forças pra enterrar nosso menino e buscar coragem para continuar... DG, vem que vem para sempre para os nossos corações!", escreveu Regina na rede social.

Regina Case e Douglas Rafael em uma das gravações do 'Esquenta'Reprodução Internet

Entenda o caso

O corpo de Douglas Rafael, o DG, foi encontrado dentro de uma creche na comunidade do Morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, na noite de terça-feira. Laudo do Instituto Médico Legal (IML) aponta que o dançarino do programa "Esquenta", de 26 anos, mais conhecido como DG, morreu de "hemorragia interna decorrente de laceração pulmonar decorrente de ferimento transfixante do tórax. Ação pérfuro-contundente”. 

Inicialmente, a Secretaria de Segurança divulgou pelo Twitter que o laudo de local apontou que as escoriações de Douglas eram compatíveis com morte ocasionada por queda. A informação do laudo do IML foi obtida durante reportagem do 'Jornal da Globo'.

Para familiares, DG foi espancado e morto por policiais da UPP Pavão-Pavãozinho por causa de antiga rixa. Há cerca de dois anos, quando ainda trabalhava como mototaxista, DG teve o veículo apreendido pelos PMs. “Os policiais encheram o tanque da moto dele de areia”, contou a mãe. Dias depois, a moto foi furtada. Um morador contou à família que foi levada numa picape pelos próprios policiais da UPP.

Os familiares também afirmaram que DG estava sem os documentos e sem R$ 800 quando o corpo foi encontrado. A carteira de identidade e o passaporte só apareceram na 13ª DP. O dinheiro não foi encontrado. “Ele sempre saía com os documentos”, conta Larissa, ex-mulher de DG.

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