Por thiago.antunes

Rio - A reconstituição da morte do dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, o DG, baleado numa troca de tiros entre traficantes e policiais militares da UPP na semana passada na favela Pavão-Pavãozinho, deve ocorrer dentro de sete dias.

A previsão foi dada pelo delegado Gilberto Ribeiro, da 13ª DP (Copacabana), que investiga o caso. "Essa investigação é muito complexa. Ainda precisamos juntar os laudos e as informações colhidas no local. Tudo isso ilustra o cenário para o perito fazer a reconstituição. O nosso desafio é mostrar onde o DG estava e o que aconteceu", explicou.

Paulo Cesar Calazans Pereira%2C pai de DG%2C não escondeu a emoção durante o velórioAlessandro Costa / Agência O Dia

As informações passadas pela dona da creche onde o corpo de DG foi encontrado, que prestou depoimento na tarde desta quarta-feira, também serão usadas pela perícia para esclarecer o caso. Ela deixou a delegacia sem conversar com a imprensa.

A polícia já ouviu os nove policiais da UPP que participaram do confronto com traficantes. Mas ainda não conseguiu um relato formal passado por testemunhas do tiroteio.

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