Por thiago.antunes

Rio - Quatro dos seis policiais denunciados por integrar a ‘Gangue da Calcinha’, atacando veículos de confecções de lingerie da Região Serrana, ficaram calados na tarde desta quinta-feira, na audiência de instrução na Auditoria de Justiça Militar. Apenas dois responderam às perguntas do Conselho Permanente e negaram as acusações pelos crimes de roubo qualificado, extorsão, extorsão mediante sequestro e concussão.

O soldado Orlando da Silva, que está preso, alegou que não usava um fuzil no dia 13 de junho de 2013, como denunciado por uma vítima que disse ter tido a arma apontada para sua cabeça. Já o subtenente Vágner dos Santos Carneiro, que responderá em liberdade, reafirmou que com ele não foi encontrado nada do material roubado em janeiro do mesmo ano.

Os sargentos Fábio Xavier André, André Luís Alves Pascoal, Elson do Rêgo Brito e Denilson Francisco de Paula, que estão presos, se recusaram a responder às perguntas. A Justiça rejeitou o pedido de segredo da ação feito pelo advogado de um dos suspeitos.

Você pode gostar