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Homem sequestra ônibus na Av. Brasil

Segundo as primeiras informações, ele está armado com uma faca e faz três pessoas de refém, dois homens e uma mulher

Por paulo.gomes

Rio - Um ônibus da linha 723 (Cascadura-Mariópolis) foi sequestrado no final da tarde deste sábado, na Avenida Brasil, altura de Guadalupe, na Zona Norte do Rio. Segundo as primeiras informações da Polícia, um homem identificado como Paulo Roberto, de 35 anos, fez três pessoas de refém com um uma faca. Os reféns seriam dois homens, o motorista e o cobrador do ônibus, e uma jovem de 17 anos, que segundo a polícia se chama Rafaela.

O coletivo, que seguia para a Zona Oeste,  está atravessado na pista lateral da Avenida Brasil, que está interditada. O Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) está no local tentando negociar com o sequestrador. O homem teria exigido a presença de sua família, que mora da comunidade do Chapadão. De acordo com o Batalhão de Polícia de Vias Expressas (BPVE), o sequestrador seria usuário de crack, e estaria sob efeito da droga. 

Negociador tenta conversar com o sequestrador pela janela do ônibusReprodução TV Globo

O sequestro durou aproximadamente três horas. Às 19h35 Paulo Roberto se entregou e libertou os reféns. O sequestrador foi levado para a 39ª DP (Pavuna). 

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio,  a Avenida Brasil permanece com a pista lateral fechada na altura de Guadalupe, sentido Zona Oeste. A via central tem uma faixa ocupada e três liberadas ao tráfego. Há lentidão na via, com reflexos até Irajá. Os motoristas que saem da Zona Norte/Centro podem optar pela Avenida Dom Hélder Câmara, sentido Cascadura; e Estrada Intendente Magalhães, sentido Sulacap.

Memória do caso 174

O sequestro do coletivo 723 na Avenida Brasil na noite deste sábado lembra o caso do ônibus 174, que aconteceu há 14 anos, na Zona Sul do Rio. Sandro do Nascimento tentou assaltar na tarde de 12 de junho, de 2000, o coletivo 174, no Jardim Botânico. O ônibus foi cercado pela polícia e o bandido fez os 11 passageiros de refém.

A jovem Janaína Neves foi mantida com um arma na cabeça e obrigada a escrever mensagens na janela do veículo, como "Ele vai matar geral às seis horas" e "ele tem pacto com o diabo". Após horas de sequestro, o bandido saiu do ônibus usando a professora Geisa Firmo Gonçalves como escudo. Um soldado do Batalhão de Operações Especiais (Bope) atirou, atingindo a professora de raspão. O sequestrador reagiu e matou Geisa.

Sandro, que estava foragido quando tentou assaltar o ônibus, morreu asfixiado no carro da polícia. A história do sequestro deu origem a dois filmes: ‘Última parada: 174”, de José Padilha, e “Ônibus 174”, de Bruno Barreto.

Memória do caso 174

O sequestro do coletivo 723 na Avenida Brasil na noite deste sábado lembra o caso do ônibus 174, que aconteceu há 14 anos, na Zona Sul do Rio. Sandro do Nascimento tentou assaltar na tarde de 12 de junho, de 2000, o coletivo 174, no Jardim Botânico. O ônibus foi cercado pela polícia e o bandido fez os 11 passageiros de refém.

A jovem Janaína Neves foi mantida com um arma na cabeça e obrigada a escrever mensagens na janela do veículo, como "Ele vai matar geral às seis horas" e "ele tem pacto com o diabo". Após horas de sequestro, o bandido saiu do ônibus usando a professora Geisa Firmo Gonçalves como escudo. Um soldado do Batalhão de Operações Especiais (Bope) atirou, atingindo a professora de raspão. O sequestrador reagiu e matou Geisa.

Sandro, que estava foragido quando tentou assaltar o ônibus, morreu asfixiado no carro da polícia. A história do sequestro deu origem a dois filmes: ‘Última parada: 174”, de José Padilha, e “Ônibus 174”, de Bruno Barreto.

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O coletivo, que seguia para a Zona Oeste,  está atravessado na pista lateral da Avenida Brasil, que está interditada. O Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) está no local tentando negociar com o sequestrador. O homem teria exigido a presença de sua família, que mora da comunidade do Chapadão. De acordo com o Batalhão de Polícia de Vias Expressas (BPVE), o sequestrador seria usuário de crack, e estaria sob efeito da droga. 

Negociador tenta conversar com o sequestrador pela janela do ônibusReprodução TV Globo

O sequestro durou aproximadamente três horas. Às 19h35 Paulo Roberto se entregou e libertou os reféns. O sequestrador foi levado para a 39ª DP (Pavuna). 

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio,  a Avenida Brasil permanece com a pista lateral fechada na altura de Guadalupe, sentido Zona Oeste. A via central tem uma faixa ocupada e três liberadas ao tráfego. Há lentidão na via, com reflexos até Irajá. Os motoristas que saem da Zona Norte/Centro podem optar pela Avenida Dom Hélder Câmara, sentido Cascadura; e Estrada Intendente Magalhães, sentido Sulacap.

Memória do caso 174

O sequestro do coletivo 723 na Avenida Brasil na noite deste sábado lembra o caso do ônibus 174, que aconteceu há 14 anos, na Zona Sul do Rio. Sandro do Nascimento tentou assaltar na tarde de 12 de junho, de 2000, o coletivo 174, no Jardim Botânico. O ônibus foi cercado pela polícia e o bandido fez os 11 passageiros de refém.

A jovem Janaína Neves foi mantida com um arma na cabeça e obrigada a escrever mensagens na janela do veículo, como "Ele vai matar geral às seis horas" e "ele tem pacto com o diabo". Após horas de sequestro, o bandido saiu do ônibus usando a professora Geisa Firmo Gonçalves como escudo. Um soldado do Batalhão de Operações Especiais (Bope) atirou, atingindo a professora de raspão. O sequestrador reagiu e matou Geisa.

Sandro, que estava foragido quando tentou assaltar o ônibus, morreu asfixiado no carro da polícia. A história do sequestro deu origem a dois filmes: ‘Última parada: 174”, de José Padilha, e “Ônibus 174”, de Bruno Barreto.

Memória do caso 174

O sequestro do coletivo 723 na Avenida Brasil na noite deste sábado lembra o caso do ônibus 174, que aconteceu há 14 anos, na Zona Sul do Rio. Sandro do Nascimento tentou assaltar na tarde de 12 de junho, de 2000, o coletivo 174, no Jardim Botânico. O ônibus foi cercado pela polícia e o bandido fez os 11 passageiros de refém.

A jovem Janaína Neves foi mantida com um arma na cabeça e obrigada a escrever mensagens na janela do veículo, como "Ele vai matar geral às seis horas" e "ele tem pacto com o diabo". Após horas de sequestro, o bandido saiu do ônibus usando a professora Geisa Firmo Gonçalves como escudo. Um soldado do Batalhão de Operações Especiais (Bope) atirou, atingindo a professora de raspão. O sequestrador reagiu e matou Geisa.

Sandro, que estava foragido quando tentou assaltar o ônibus, morreu asfixiado no carro da polícia. A história do sequestro deu origem a dois filmes: ‘Última parada: 174”, de José Padilha, e “Ônibus 174”, de Bruno Barreto.

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