Por bianca.lobianco

Rio - As sucessivas demonstrações de carinho entre Dilma Rousseff e Pezão (PMDB) têm irritado outros pré-candidatos ao governo do Rio que integram a base de apoio da presidenta. Washington Quaquá, presidente do PT-RJ, se queixou à direção nacional petista.

Ele quer que ela também participe de eventos com o petista Lindbergh Farias, Marcelo Crivella (PRB) e Anthony Garotinho (PR). Este último já tem afirmado que o apoio a Dilma não está garantido, vai depender de decisão a ser tomada pelo partido no mês que vem.

Prévia

Ontem, Garotinho divulgou o resultado de prévia realizada, quinta-feira, com dirigentes e candidatos do PR: 39% disseram que o partido não deve apoiar nenhum candidato à presidência, 27% votaram numa aliança com Eduardo Campos (PSB) e 21% preferiram Dilma.

Susto em Brasília

A movimentação no PR assustou o Planalto. Os ministros Aloizio Mercadante e Ricardo Berzoini ligaram para Garotinho e propuseram um encontro, terça, com a presidenta.

Sem Pezão

Garotinho tem batido pé: não subirá em palanque onde estiver Pezão. Quaquá alfineta: afirma ser impossível que o governador não tenha concordado com a movimentação de peemedebistas em direção à candidatura de Aécio Neves. “Deixaram o general (Pezão) com Dilma, mas o exército foi para o tucano”, diz.

No mesmo hotel

Pezão e Lindbergh escolheram o mesmo hotel do Leblon para reunir os responsáveis por suas campanhas. Por pouco eles não se encontraram.

Moda outono-inverno

Na reunião, Sérgio Cabral estreou o uniforme de ex-governador: bermuda, camisa polo e mocassim.

Você pode gostar