Rio - A Polícia Civil confirmou na tarde desta quarta-feira o adiamento da reconstituição da morte do dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, o DG, do programa "Esquenta", encontrado morto há um mês no Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul. A transferência é um dos efeitos da paralisação das investigações por 24 horas que acontece deste o início de hoje.
De acordo com a Polícia Civil, a reconstituição, marcada inicialmente para ocorrer hoje na comunidade com a presença da Divisão de Homicídios, será realizada às 14h desta quinta-feira.
Policiais civis ignoram manifestação
A manifestação dos policiais civis agendada para a manhã desta quarta-feira, em frente à Chefia de Polícia, na Região Central do Rio, praticamente não teve nenhuma adesão dos agentes que fazem uma paralisação de 24h. Um policial que esteve no local afirmou que o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), responsável pela manifestação, não representa a categoria e o presidente do sindicato, Fernando Bandeira reconheceu a pequena adesão do protesto.
"Nesse momento estamos unidos. Os rodoviários também têm divergências. Nosso sindicato pode ter menos representação, mas estamos engajados na luta".
Há um racha entre a Sinpol e o Sindicato dos Policiais Civis do Rio (Sindpol), que marcou uma manifestação também nesta quarta, às 14h, na Cidade da Polícia, no Jacaré, e deve uma maior participação dos agentes.
Chefia de Polícia Civil monitora delegacias
A Chefia de Polícia Civil emitiu uma nota oficial nesta quarta, onde afirma que está negociando com os agentes que realizam a paralisação. Na nota a instituição garante que vem monitorando o funcionamentos das delegacias do Estado e lembra que a população pode pré-agendar o registro de ocorrência pela internet, pelo site www.policiacivil.rj.gov.br.