Polícia realiza na tarde desta segunda a reprodução simulada do caso DG

Douglas Rafael da Silva Pereira, dançarino do programa 'Esquenta', foi morto em abril durante tiroteio entre policiais da UPP e traficantes no Pavão-Pavãozinho, em Copacabana

Por O Dia

Douglas Rafael da Silva Pereira, o DG, foi morto durante troca de tiros entre PMs da UPP e traficantes no dia 22 de abril, no Pavão-PavãozinhoReprodução

Rio - A Polícia Civil confirmou para às 14h desta segunda-feira a reprodução simulada da morte do dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, o DG, do programa "Esquenta". Ele foi morto no dia 22 de abril, no Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul, durante operação dos policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade.

A reprodução simulada havia sido adiada duas vezes na semana passada, por conta da paralisação de 48h feita pelos policiais civis.

O tiroteio entre policiais e traficantes que vitimou o dançarino pode não ter começado de forma casual. O secretário de Segurança Pública José Mariano Beltrame disse que os PMs foram atacados a tiros na localidade Vietnã por bando que tinha o aval do chefe do tráfico Adauto do Nascimento Gonçalves, o Pitbull. Ainda segundo o secretário, os policiais foram checar denúncia sobre a presença do criminoso, quando foram recebidos a tiros.

Foragido do sistema penitenciário desde junho, quando ganhou o direito de passar para o regime semiaberto (quando o preso pode sair durante o dia), o criminoso retornou para o Pavão-Pavãozinho depois de uma breve temporada em Duque de Caxias. E fez justamente da localidade onde ocorreu o confronto de segunda-feira seu reduto.

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