Esforço solitário

Apesar do declarado apoio a Dilma Rousseff, Sérgio Cabral e Pezão não se mobilizaram para impedir adesões ao 'Aezão'

Por O Dia

Rio - Apesar do declarado apoio a Dilma Rousseff, Sérgio Cabral e Pezão não se mobilizaram para impedir adesões de peemedebistas e aliados ao encontro que marcou o lançamento da chapa Aezão (união do nome de Aécio Neves com o do atual governador).

Eduardo Paes foi o único a tentar segurar o ânimo de correligionários — chegou a ligar para vereadores de sua base. O apelo não teve muito efeito, apenas os políticos mais ligados a ele não apareceram na festa, organizada pelo presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani.

Bem longe

Para evitar qualquer insinuação de adesão a Aécio, Pezão e o presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Melo, trataram de agendar para ontem atividades no norte e no noroeste do estado.

Caça aos tucanos

O PMDB do A — A de Aécio — saiu do encontro convencido de que o PSDB-RJ vai apoiar Pezão.

Dança petista

Lindbergh Farias nega; o deputado Miro Teixeira (Pros), também. Mas no PT é forte o boato de que o PSB e o Pros vão apoiar a candidatura do petista ao governo. Neste caso, Miro desistiria da disputa.

Pressão

Prefeitos peemedebistas e de partidos aliados ao governo estadual têm feito pressão sobre vereadores. Querem que eles não apareçam no almoço, hoje, que marcará o apoio de Sandro Matos (PDT), prefeito de São João de Meriti, a Lindbergh. O PDT decidiu ficar com Pezão.

Dia da caça

Veja só: em reportagem do jornal ‘Miami Herald’, americanos se queixam de dificuldades para conseguir o visto brasileiro.

Medalha de Ouro

Em três dias, entre 13 e 16 de maio, a Supervia recebeu 16 multas da Agetransp. Deve ser recorde.

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