Por felipe.martins

Rio - Ao decidir tentar o Senado, Carlos Lupi, presidente do PDT, abriu uma disputa entre partidos aliados. Muita gente acha que, pela lei, Lupi só poderá ser candidato se seu partido, ao menos formalmente, romper com a coligação que apoia Pezão.

Assim, o PDT teria que retirar Felipe Peixoto, candidato a vice-governador, da chapa do peemedebista. O PSD avisou que, neste caso, vai querer ficar com a vaga. Mas o PP, que abriu mão da reeleição de Francisco Dornelles ao Senado, também deverá reivindicar o posto.

Efeito Maia

Lupi anunciou sua candidatura ao saber que o PMDB decidira entregar a Cesar Maia (DEM) o direito de disputar o Senado.

Fogo amigo

São tantas mudanças, que até Pezão se enrolou no discurso que fez na convenção do PMDB. Manteve, entre as estocadas que costuma dar em adversários, a endereçada ao agora aliado Cesar Maia. Disse que não era um “comentarista de blog”.

Outro Alessandro

O locutor do evento também deu sua derrapada. Chamou Alessandro Calazans, prefeito de Nilópolis, de Alessandro Molon. O deputado do PT é adversário do PMDB.

Não foi

O PEN, Partido Ecológico Nacional, diz que está alinhado com Pezão. Mas o Informe apurou que a cúpula peemedebista pensou em repassar o apoio da legenda para Marcelo Crivella (PRB), que anda carente de alianças. Pezão brecou a iniciativa.

Emergência

Prefeito de São Gonçalo, Neilton Mulim vai contratar 900 professores em caráter emergencial para dar aulas na rede municipal. Segundo a prefeitura, muitos dos convocados no último concurso não responderam ao chamado.

Você pode gostar