Informe do Dia: A bronca de Carlos Lupi

Presidente do PDT diz que Cabral e Pezão haviam aceitado sua decisão de se lançar ao Senado

Por nara.boechat

Rio - Presidente do PDT, partido que foi expulso da coligação liderada pelo PMDB no Rio, Carlos Lupi parte para o ataque. Diz que Sérgio Cabral e Pezão haviam aceitado sua decisão de se lançar ao Senado para não apoiar Cesar Maia (DEM). “O Cabral chegou a elogiar a nossa solução”, conta.

Segundo o pedetista, os dois apenas tinham dúvidas sobre a legalidade de sua candidatura. Afirma que Jorge Picciani, presidente do PMDB-RJ, foi o único a, desde o início, rejeitar a proposta.

Exigência

Mas, na última quinta, Cabral ligou para Lupi e disse que não havia saída: além de Picciani, o DEM e Aécio Neves (PSDB) exigiam a candidatura única para o Senado.

Mudança

“Eu disse que eles é que haviam mudado de posição, o PDT aprovara a chapa que trazia o Cabral como candidato, não o Cesar Maia”, diz o pedetista.

Aliados

Após o rompimento, Lupi conversou com Dilma Rousseff e Eduardo Paes. De acordo com ele, ambos reiteraram o apoio à sua candidatura. “O Lula me disse que também vai fazer campanha para mim”, comemora.

Na ativa

Com a decisão do PMDB, o PDT perdeu o direito de indicar o vice de Pezão. A vaga ficou com o senador Francisco Dornelles (PP), que não perdeu tempo. Ontem, ele telefonou para 70 prefeitos.

Confusão

Tem peemedebista sentindo falta de Wilson Carlos na coordenação de campanha de Pezão. A primeira atividade de rua foi marcada pela desorganização. O motorista do carro de som não sabia para onde ir, as moças que seguravam bandeiras também estavam perdidas.

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